Época de construção: 1945
Uso original: Estação ferroviária da Cia Mogiana de Estradas de Ferro
Uso atual: Centro Cultural
Proprietário: Prefeitura Municipal de Jaguariúna
Endereço: Avenida Marginal, 600 – Centro

Breve Histórico

Foi inaugurada em 1946 em substituição à antiga Estação Jaguary, desativada na mesma época, após construção da variante Guanabara-Guedes, por se encontrar fora do leito férreo. Recebeu o novo nome por determinação do Conselho Nacional de Geografia, que em 1944 alterou o nome da cidade de Jaguary para Jaguariúna.
A Estação Jaguariúna foi desativada em 1977, com o fim do tráfego na linha, causado pela construção da nova variante Boa Vista – Guedes. Em 1981 passou a servir como estação de passageiros e também como depósito de locomotivas e vagões para o trem turístico da VFCJ. Porém em 1985, ocorreu a retirada dos trilhos a partir da ponte sobre o Rio Jaguari e a conseqüente remoção das locomotivas e vagões de seu pátio para a Estação de Carlos Gomes.
Em 2006, foi elaborado um projeto em parceria com a ABPF, para a revitalização da linha de trem, que passou a transportar passageiros em passeios turísticos monitorados que contextualizama história da ferrovia e da economia cafeeira na região. Hoje, a edificação da estação passou a abrigar o Centro Cultural da cidade, com espaços que promovem o turismo local com um museu ferroviário, restaurante, lanchonete e feira de artesanato. A demanda turística fez do Restaurante uma extensa Praça de Alimentação. Tal fato preocupa os órgãos públicos responsáveis pelo Turismo e Cultura. O CONPHAAJ almeja que a Administração Municipal crie espaço novo para esta grande Praça da Alimentação, transferindo-a para o local anexo onde se encontra a Rodoviária. Neste novo sítio será também possível a construção de mais restaurantes, muitos sanitários, e, principalmente um local próprio para a Feira de Artesanatos. No Centro Cultural concentrar-se-iam atividades exclusivamente artístico-turístico-culturais haja vista a beleza e a importância histórico-arquitetônica do prédio antigo da Estação Ferroviária.
Tomaz de Aquino Pires